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Como quem não quer A Coisa

Como quem não quer A Coisa

30
Mai17

Fábula #6

O Coiso

Recebi uns amigos em casa para jantar e a conversa demorou mais do que devia. A noite já avançada aumentava os prazeres etílicos e as mentes ébrias soltavam ideias maldizentes, dando azo a pensamentos maléficos e a segundos sentidos perigosamente interessantes.

Nisto, chegamos à conclusão de que não valia a pena sairmos naquela noite. Ficamos mesmo por ali. No momento dessa decisão um dos elementos abandona o barco, deixando-nos aos quatro com a conversa.

O clima aumentou, a tesão também e as mãos começam a circular. O outro casal vai adiantado, pelo que abandonamos a sala e vamos fumar um cigarro, deixando-os à vontade.

Pois que ainda não tínhamos acendido o cigarro e já ouvimos gemidos. Olhamo-nos e sem falar vamos espreitar à porta, a ver o que se está a passar

O que vemos deixa-nos maravilhados. Ficamos lá, encostados. Eu com as mãos nos teus ombros, tu com as mãos na maçaneta e ombreira da porta. De repente, sinto o teu rabo a roçar por mim. Aperto um pouco o teu ombro, dando a entender que senti o sinal, não fosse ser algo errado. Olhas para mim com ar malandro, mas nesse momento a nossa amiga vem-se com algum estrondo e vê-nos ali na porta, quais voyeurs, mas não diz nada. É nesse momento que pouso uma mão na tua coxa e tu recebe-la com outro olhar de encorajamento. Da coxa passei para a frente, desaperto-te o cinto e o botão dos jeans e penetro devagar, para te dar tempo para parar-me a qualquer momento. Brinco com o elástico das tuas cuecas e sinto a tua depilação cuidada enquanto procuro o teu clitóris, encontrando-o já inchado à minha espera.

Brinco com ele um minuto, enquanto a tua mão me massaja o pau já hirto por cima das calças. Nisto, pareces ficar farta, viras-te para mim, beijas-me e começas a empurrar-me para o quarto. Uma vez lá, despes-me rapidamente, começas por te ajoelhar ainda vestida, chupas-me calmamente e empurras-me para cima da cama. Despes-te enquanto me masturbo devagar, sentindo a tua saliva no meu pau duro e desejoso de ti. E montas-me silenciosamente, levando-me à loucura enquanto vindos da sala ouvimos os gritos e gemidos de prazer dos nossos amigos.

 

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