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Fábula #15

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Fui ter contigo. Abriste-me a porta de casa e carinhosamente abraçaste-me. Beijei-te devagarinho, saboreando o teu hálito fresco e agradável. Sentei no teu sofá e aguardei que terminasses de te despachar. Hoje era dia de irmos passear os dois. Saímos de casa a pé e andámos um bom bocado até ao rio. Lá, começámos a falar animadamente de tudo e de nada. Contavas-me as novidades recentes do teu trabalho e eu falava de mim e dos meus, das aventuras e desventuras da minha vida. Olhaste-me nos olhos com aquele ar lânguido e disseste que estavas a ficar com frio.

Fomos novamente para tua casa e, assim que entrámos, descalçaste-te e pediste-me para me sentar no teu sofá para te aninhares comigo. Comecei a fazer-te cafuné devagarinho e quase sentia o teu ronronar, como se fosses um gatinho carente. De repente, pegaste na minha mão e levaste-a à boca. Brincaste com a tua língua em cada um dos meus dedos e meteste-a sobre o teu peito. Eu estava de olhos fechados e tacteei cuidadosamente até à tua barriga, por debaixo da camisola. Senti que te punhas a jeito da minha mão e delicadamente passei a minha mão pela tua barriga, ainda de olhos fechados.

Senti a tua boca perto da minha. Abri a minha ligeiramente e recebi a tua língua com delicadeza, brincando ao de leve com ela. Meteste a mão na minha nuca e puxaste-me para ti. A tua boca abriu completamente e beijaste-me com urgência, ao mesmo tempo que a outra mão me levantava o braço até alcançar o teu seio esquerdo. Apertei-o ligeiramente por cima do soutien rendado e ouvi um gemido leve saído da tua boca colada à minha.

Tiraste a mão da minha nuca e pousaste-a no meu colo. Eu já te tinha libertado o mamilo e brincava com ele, apalpando-o e torcendo-o docemente, ao som dos teus gemidos cada vez mais altos. Uma torção mais forte fez-te sorver o ar mais rapidamente e a tua mão começou a brincar com a minha braguilha, tentando desapertá-la. Em segundos o meu pau já duro estava na tua mão e o teu corpo estava mais colado no meu, dificultando que te apalpasse a mama, mas facilitando o acesso ao teu rabo. Foi lá que me fixei, enfiando sub-repticiamente a mão por dentro do elástico das tuas calças. Apertei bem o teu rabo, sentindo a sua firmeza e elasticidade, bincando com a tanga que trazias vestida e procurando as tuas zonas secretas à procura da desejada humidade.

Largaste o meu pau de repente e, sem parar de me beijar, levantaste-te e pegaste-me numa mão. Pediste-me para me deitar no chão e despiste-me as calças e os boxers ao mesmo tempo. Já nu da cintura para baixo, fechei novamente os olhos quando te deitaste ao meu lado e me beijaste. A tua mão novamente no meu pau, mas desta vez com uma perna sobre mim. Voltei a apalpar-te o rabo, desta vez com mais força, enquanto me masturbas devagar e me beijas apaixonadamente. A tua mão percorre a minha barriga e o meu peito, expondo os meus mamilos, que prossegues a chupar e entumescer com afinco.

Eu já suo. Que tortura. Mas quero continuar assim, quero que tu dites as regras, que tu me mostres o que queres fazer. Apercebes-te de que eu já transpiro e puxas a minha camisola para cima. Eu sento-me e deixo-te despir-me. Acto continuo, deitas-me novamente e tiras a tua camisola e soutien, ficando nua e magnífica da cintura para cima. Novamente deitas-te em cima de mim e beijas-me, cada vez com mais urgência. Os teus seios nus apertados contra mim. A minha mão no teu rabo, por dentro das calças novamente, a explorar aquilo que ainda não consigo ver mas que quero sentir.

Sentas-te, pedes-me para fechar os olhos e tapas-mos com a venda de avião que te ofereci. Ouço um restolhar, os teus passos a afastarem-se, depois a voltarem. A tua boca beija o meu pau semi consciente até ao despertar total. Sinto-te a entrar cada vez mais fundo, os teus dentes a roçarem a minha pele sensível, a tua língua a brincar com a minha glande, a tua saliva a encharcar-me de cima abaixo. Depois páras e beijas-me. Sinto as tuas pernas a fecharem ligeiramente as minhas e a tua pele a tocar o meu pau novamente. Sinto a pressão do teu corpo sobre ele e depois algo a afastar-se para eu entrar. A acompanhar, um delicioso gemido de prazer vem de cima de mim e as tuas mãos puxam-me os pêlos do peito. Sinto-te a apertar-me à medida que vais subindo e descendo e a tua humidade a encharcar as minhas virilhas à medida que vais-me enfiando mais e mais fundo a cada estocada das tuas ancas sobre as minhas.

Sinto a tua mama sobre a minha boca e as tuas mãos nas minhas. Deito a língua de fora e lambo-te o mamilo, depois trinco-o ao de leve e ouço o teu arfar aumentar enquanto me fazes entrar ainda mais fundo sobre ti. Já não consegues conter os teus gemidos e já te ouço a dizer baixinho "Ai foda-se, tão bom Coiso, o teu pau é tão bom". Liberto as minhas mãos das tuas e agarro-te nas ancas. Deitas-te sobre mim e eu flecto as pernas, ficando eu em posição de te penetrar, que é o que faço o mais rápido e fundo que consigo. Os teus gemidos baixos ao meu ouvido passam a gritos a cada estocada minha. Tiro a venda dos olhos e viro-te. Agora estás tu de costas no tapete da sala e eu sobre ti.

Não te beijo. Abro-te as pernas e brinco com o teu clitóris, batendo-te com o meu pau ritmadamente. Sugas novamente o ar e pedes-me que te foda depressa. Enfio-me docemente entre as tuas pregas e vou bem fundo, enquanto ponho as mãos uma de cada lado da tua cabeça. A tua mão direita no meu rabo faz força para baixo à medida que vou estocando dentro de ti. Aumento a velocidade e os teus olhos reviram, enquanto me arranhas o rabo. Vou-me vir, dizes-me. Sinto-te a apertar-me cada vez mais enquanto arqueias as costas e gemes mais alto. Socooooorrrrroooooooooooooooooooooo, foi o que disseste enquanto te vinhas. Desacelerei, deixando-te a curtir o orgasmo e a experiência. Estremeceste quando entrei novamente fundo dentro de ti. Pegaste-me na cara e puxaste-me para ti num beijo de profundo agradecimento. Eu não parei de te penetrar mas desacelerei, pois o meu êxtase estava a chegar e não sabia se ainda querias mais.

Vieste-te?

Não.

Quero que te venhas na minha boca.

Pus-me de joelhos e tu, de quatro, enfiaste-me o mãximo que conseguias na tua boca, enquanto com a mão me masturbavas e fazias festas nos tomates. Assim ficaste, meneando, sentindo o teu sabor e sentindo-me cada vez mais próximo de me vir. Quando estava mesmo quase avisei. Tiraste as duas mãos e colocaste uma de cada lado do meu rabo, puxando-me para ti. Finalmente verti a minha semente na tua boca, acho que directamente na tua garganta, enquanto o meu corpo era assaltado por estertores fortes e arrepios bons.

Depois de me vir, engoliste, abriste a boca para eu ver que estava vazia e beijaste-me, ainda a saber a mim.

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