Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Como quem não quer A Coisa

Como quem não quer A Coisa

19
Dez18

Fábula #10

O Coiso

Chego ao Motel onde combinámos encontrar-nos para uma hora de almoço prolongada. O trabalho e a vida impedem-nos de fazermos uma vida sexual normal, pelo que às vezes sabe bem recorrer a estes pequenos prazeres proibidos. 

 

Leio novamente a mensagem que me mandaste e procuro o quarto 06, onde disseste que já estavas. Estaciono o carro atrás do teu e subo a escada até ao quarto. Entro e não vejo ninguém, mas ouço o chuveiro. Estás a tomar um duche. Dispo-me completamente e sorrateiramente, abro a porta do duche. Só dás pela minha presença quando de forma meiga mas firme te encosto à parede. Ajoelho-me atrás de ti e abro-te as pernas. Afasto as bochechas do teu rabo, enfio um dedo na tua cona molhada e a língua no teu cu. A água que te escorre pelas costas dificulta a minha respiração, mas resolutamente continuo. Ouço-te a arfar enquanto aficadamente te lambo pelo que decido que de um dedo irei passar a dois. Depois de enfiar ouço-te a gemer. Estás a chegar ao ponto. As tuas pernas começam a tremer e a tua mão agarra-me os cabelos de forma quase dolorosa. Está quase. Acelero a penetração e sinto o teu interior a prender os meus dedos como se fosse um torno. Finalmente, gemes a sério e sei que te estás a vir. Os teus sucos confundem-se com a água do chuveiro e as pernas quase te falham.

 

Pedes-me para parar, como fazes sempre a seguir ao sexo oral. Precisas de ser fodida convenientemente ou então de um período de calma. Levanto-me à tua frente, beijo-te, apalpo-te as mamas com força e digo "Olá, cheguei". É neste momento que te ajoelhas. Queres retribuir. Agarras-te ao meu pau e masturbas-me para ficar rijo, mas já não é preciso. Rapidamente o beijas, lambes e enfias na boca. Primeiro apenas a cabeça, depois todo, gulosa. Em segundos sinto aquela sensação primária de um orgasmo a chegar, pelo que me agarro às barras que convenientemente estão colocadas nos laterais do chuveiro fechado. Apercebes-te e redobras os esforços. Queres que me venha na tua boca. Queres ficar quite comigo, antes de passarmos à cama.

 

Quando estou quase a vir-me, informo-te disso e tu, cabra como ninguém, perguntas "Mas queres que pare é?" deixando-me o pau a latejar, quase a vir-me, sem sequer me tocares. Meio doido de excitação, pego na tua cabeça e tento dirigir-te novamente para mim, mas foges e brincalhona dizes-me "Não tou a perceber, não era para parar?". Chamo-te nomes e tu ris-te. Fazes-lhe uma festa, continuas pelos tomates e prossegues até me afagares o rabo. Abro ligeiramente as pernas para facilitar o acesso enquanto me beijas novamente o pau. Enfia-lo novamente na boca, enquanto me enfias também um dedo no cu. Sabes que gosto quando fazes isso, pelo que me vais presentear com isso. Novamente chupas-me com vigor, desta vez autorizando a minha mão a guiar-te a cabeça e a definir o ritmo do movimento, enquanto vais enfiando o dedo cada vez mais fundo. Em breve preciso de me agarrar às barras laterais para não cair. Mas desta vez não paras. Continuas, cada vez mais fundo, cada vez mais rápido, até finalmente me vir na tua boca e satisfazer esse desejo que era teu mas que também eu compartilhava contigo.

2 comentários

Comentar post

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Favoritos

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D