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Como quem não quer A Coisa

Como quem não quer A Coisa

04
Out19

Desafio dos pássaros #4

O Coiso

A Beatriz disse que não. E agora?

By Coiso

 

Normalmente, quando uma mulher diz que não, quer dizer que sim. No entanto, não podemos tomar isso como garantido. A Beatriz pode estar a querer dizer que não e ser não mesmo. Nesse caso, devemos deixá-la em paz. E sim, estou a falar “desse” não. Aquele da dor de cabeça quando vamos deitar-nos. Aquele que dá prisão se não cumprirmos com um estranho (e um estalo se não cumprirmos em casa… pegando no tema da segunda semana). O não ao sexo.

Nisto, tenho uma história para contar. Há uns meses, fui ver o Louis C.K. ao vivo, a fazer stand-up. Não sabem quem é? É ESTE senhor (sim, é um link). Acontece que o senhor aqui há uns anos foi acusado de má conduta sexual. Alegadamente, masturbou-se em frente a senhoras e elas ficaram ofendidas. Ele começou o espectáculo a dizer “Eu costumava encher pavilhões, agora estou aqui num hall de Hotel, por isso aprendam uma coisa. Se alguma vez perguntarem a uma mulher se se podem masturbar em frente a ela e ela responder que sim… primeiro perguntem se ela tem a certeza. E depois, mesmo que ela diga que sim… não o façam!”. Com isto, conseguiu duas coisas. Matar o elefante na sala (figurado, ó PAN!) e quebrar o gelo (também figurado, ó Greenpeace). Arrancou para horimeia de stand up brilhante e quando parou…. A malta queria muito muito mais!

Outra história. Quando era adolescente conheci uma loura voluptuosa numa discoteca. Começamos aos beijos ainda dentro da discoteca e a coisa roçou o pornográfico. Assim que saímos para a rua (a pedido dela…) a primeira coisa que me disse foi “sexo, no!”. E eu respondi “muy bien”. Uns vinte minutos depois, tinha a boca dela de roda do meu pau. E quatro horas depois, quando a deixei no autocarro para a terrinha dela (era a última noite de soltura da escola dela…), ela levava um andar novo e eu levava os colhões enrugadinhos de tão vazios que estavam. Porque ali entre os vinte minutos e as quatro horas, ela segredou-me aos ouvidos umas palavrinhas mágicas do tipo “anda cá que eu não te aleijo”. Mas se ela continuasse a dizer “sexo, no!” por mim tudo bem. Era da maneira que quando chegasse ao hotel, dava uso à direita!

Porque quando a Beatriz diz que não, é não mesmo!

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