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Desafio dos pássaros #7

A Constança precisa duma máscara capilar, mas o teu patrão só quer que vendas compotas de abóbora com amêndoa. Convence-a a escolher a compota para usar como mascara capilar

By Coiso

 

Vão-me desculpar, mas de máscaras capilares e de vendas eu não percebo nada. O único capilar da Constança que eu posso conhecer, se é que ele existe, é o capilar vulvar, também conhecido por pêlos púbicos. E é desse que eu vou falar hoje. E vou meter compota de abóbora ao barulho, claro!

Lembram-se do Nove Semanas e Meia (link para a semana 5 – Check)? Pois que compota de abóbora também é um produto que pode e deve ser utilizado nesse exercício. E como? Simples. Dispam a Constança (após garantirem que ela não disse que não – pumbas, link para a semana 4, chupem!), vendam-na para ela não saber muito bem o que estão a preparar, abram a pernoca à moça, garantam que os capilares estão aparados, barrem uma dose generosa da compota de abóbora – se tiver amêndoas, procedam com cuidado no barramento para garantir que não arranham nenhuma zona mais sensível – e provem a dita da compota, directamente da genitália alheia. Este processo também pode ser chamado de cunnilingus e garanto que, se a Constança estiver praí virada, é uma aventura-momento que a irá marcar (imparável…. Ligação para a semana 3!!!) para sempre e que irá aparecer nos textos do ano que vem.

Senão, amor e um estalo (foda-se, que o gajo hoje…)

Problemas, só problemas! (Tomem lá que já almoçaram!)

Só é pena a Constança não se chamar Eva, senão tinha link para a semana passada e para o Hitler. Era só dizer que eles estavam a fazer essa badalhoquice toda no Inferno (e não é que consegui mesmo?)!

Desafio dos pássaros #6

Escreve uma história romântica baseada no clássico "O Amor, uma cabana… e um frigorifico"

By Coiso

 

Se ainda fosse o Sexo numa cabana encostado ao frigorífico, eu tenho a certeza que conseguia escrever uma história animada. Agora… O amor, uma cabana e o frigorífico, tou a ver um casal gordo, com um cão gordo, rodeados de filhos gordos….

OK, esqueçam esta parvoíce. Relembrem-se do Nove Semanas e Meia. A Kim Basinger, toda boazona, o Mickey Rourke quando ainda era giro apesar do mau hálito. Já imitei essa cena. Com mirtilos ou amoras, chantilly, mel, chocolate, gelado, gomas e um homem nu (eu…) e despi e lambuzei a pessoa enquanto a despia também. Foi engraçado. Especialmente porque acertei nos sabores que a pessoa gostava, gastei só um bocadinho de cada coisa, não meti coisas horríveis como o Mickeyzinho (meteu chilli ao barulho…) e no fim, depois de comer a pessoa, ainda comi os restos… sozinho!

Mas a casa do Mickey Rourke não era uma cabana, dizem vocês com razão. Pois, na verdade a minha também não. Mas eu prefiro o conforto urbano para estes cambalachos!

E vocês, têm alguma cena tipo Nove Semanas e Meia para relatar? Usem os comentários. Se não quiserem que eu publique… comecem o comentário por “Não Publicar”.

Desafio dos pássaros #5

Estás na fila para o purgatório e Hitler está à tua frente. Ninguém o quer aceitar e a fila não anda. Escreve a tua intervenção para convencer um dos lados a aceitá-lo

By Coiso

 

Olha o Hitler. Mas o tipo não morreu há quase 75 anos? O que é que ele tá aqui a fazer à minha frente? Oi? Ninguém o aceita? Deixa cá ver se eu consigo resolver isso. A Eva Braun não está ao lado dele, portanto deve ter arranjado um lugarzito para ela. O que significa que está há quase 75 anos à espera do seu amado. Coitada, já deve estar com uma tendinite… Ou então na ramboia com um negão qualquer!

Ora então como é que eu vou resolver isto… Pá… Acho que vou convencer o Hitler a tirar aquela merda do buço e a fazer uma barba como deve de ser. O rapazola tem ar de quem tem meia dúzia de pintelhos a jogar à sueca nas bochechas, mas vai-se a ver ainda tem uma penugem decente para fazer uma barba hipster. Irreconhecível, é só arranjar um nome diferente de Adolfo (nem que seja Fodáceo) e submeter a aplicação novamente. É tiro e queda e lá fica a Evazita contente.

Eu, como bom malandro que sempre fui, de certeza que assim que chegar em frente ao porteiro da cena ele me deixa entrar sem consumo mínimo. E uma vez lá dentro, prometo que a primeira coisa que faço depois de arranjar um poiso à beira lava é ir ter com a Mata Hari e pedir-lhe uma dança. Quero ver se ela consegue que a minha cobra dance ao ritmo dela, porque consta que ela tinha jeito para isso. E depois é começar a organizar uns concertos. Estão lá uns quantos moços que nunca ouvi ao vivo e montar um Woodstock do século XXI deve ser bananas para aqueles senhores. Senão vejam: Kurt Cobain, Freddie Mercury, Prince, David Bowie, Jimi Hendrix, António Variações. Já viram este cartaz? É só juntar umas garrafas de Tequilla e tá a andar!

Desafio dos pássaros #4

A Beatriz disse que não. E agora?

By Coiso

 

Normalmente, quando uma mulher diz que não, quer dizer que sim. No entanto, não podemos tomar isso como garantido. A Beatriz pode estar a querer dizer que não e ser não mesmo. Nesse caso, devemos deixá-la em paz. E sim, estou a falar “desse” não. Aquele da dor de cabeça quando vamos deitar-nos. Aquele que dá prisão se não cumprirmos com um estranho (e um estalo se não cumprirmos em casa… pegando no tema da segunda semana). O não ao sexo.

Nisto, tenho uma história para contar. Há uns meses, fui ver o Louis C.K. ao vivo, a fazer stand-up. Não sabem quem é? É ESTE senhor (sim, é um link). Acontece que o senhor aqui há uns anos foi acusado de má conduta sexual. Alegadamente, masturbou-se em frente a senhoras e elas ficaram ofendidas. Ele começou o espectáculo a dizer “Eu costumava encher pavilhões, agora estou aqui num hall de Hotel, por isso aprendam uma coisa. Se alguma vez perguntarem a uma mulher se se podem masturbar em frente a ela e ela responder que sim… primeiro perguntem se ela tem a certeza. E depois, mesmo que ela diga que sim… não o façam!”. Com isto, conseguiu duas coisas. Matar o elefante na sala (figurado, ó PAN!) e quebrar o gelo (também figurado, ó Greenpeace). Arrancou para horimeia de stand up brilhante e quando parou…. A malta queria muito muito mais!

Outra história. Quando era adolescente conheci uma loura voluptuosa numa discoteca. Começamos aos beijos ainda dentro da discoteca e a coisa roçou o pornográfico. Assim que saímos para a rua (a pedido dela…) a primeira coisa que me disse foi “sexo, no!”. E eu respondi “muy bien”. Uns vinte minutos depois, tinha a boca dela de roda do meu pau. E quatro horas depois, quando a deixei no autocarro para a terrinha dela (era a última noite de soltura da escola dela…), ela levava um andar novo e eu levava os colhões enrugadinhos de tão vazios que estavam. Porque ali entre os vinte minutos e as quatro horas, ela segredou-me aos ouvidos umas palavrinhas mágicas do tipo “anda cá que eu não te aleijo”. Mas se ela continuasse a dizer “sexo, no!” por mim tudo bem. Era da maneira que quando chegasse ao hotel, dava uso à direita!

Porque quando a Beatriz diz que não, é não mesmo!