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Como quem não quer A Coisa

Como quem não quer A Coisa

29
Nov18

Brincadeiras matinais

O Coiso

Acordaste bem disposta naquele sábado de manhã, despachaste-te da casa de banho e foste à cozinha fazer o pequeno almoço. Quando retornaste com o tabuleiro com o café da manhã e a torrada a escorrer manteiga para os dois, acordaste-me de forma doce. Também eu fui rapidamente à casa de banho e depois saborear aquela surpresa magnífica. É sempre óptimo quando me fazes este tipo de surpresas. Gosto tanto, que a minha vontade é encher-te de beijos. 

Tento fazer isso... E tu foges de mim. Levanto-me, ponho os tabuleiros no chão. Dou a volta à cama e não te deixo fugir. Agarro-te, tu finges que queres fugir e eu beijo-te. Rapidamente os teus braços se colocam em torno do meu pescoço. A minha mão percorre as tuas costas no sentido Norte/Sul e, quando te aperto docemente as bochechas do rabo, gemes baixinho, suspiras fundo e trincas-me o lábio. Encostas-te mais a mim e sentes que uma protuberância se começa a formar nos meus boxers.

Pego em ti e deito-te na cama... Vai ser um início de manhã ainda melhor!

 

28
Nov18

Sapos do Ano 2018 - Os Outfits

O Coiso

Fui desafiado pela excelentíssima Gaffe a apresentar aqueles que, na minha opinião, deviam ser os outfits a utilizar pelos participantes no desafio Sapos do Ano. Como todos sabem, há três tipos de elementos em todos os eventos deste tipo. Os apresentadores do evento, os apresentadores dos prémios e os participantes. Como tal, dividi estes outfits em três tipos também. Espero que gostem!

Então, para os apresentadores, os outfits propostos serão estes

Homem 3.jpg

Senhora 2.jpg

 

Como é do conhecimento geral, os apresentadores têm de dominar o evento. Têm que ser o mais próximo de Dominatrix que um evento destes exige. Daí a escolha de um traje deste tipo.

Em seguida, para os apresentadores dos prémios, proponho estes

Homem 2.jpg

Senhora 1.jpg

Os apresentadores dos prémios são exactamente o oposto. São os fofinhos, que têm que ir no seu melhor, daí estas escolhas. 

 

Finalmente, para os nomeados, as escolhas são estas

Homem 1.jpg

Senhora 3.jpg

 

Como nomeado, quero ir o mais confortável possível, para o caso de perder, pelo que não vejo cenário mais confortável que este. Espero que as senhoras concordem comigo. E que as escolhas sejam do agrado de todos. Ficamos a aguardar as fotos com o comprovativo não só da compra, como da utilização do mesmo no evento.

27
Nov18

Man Eater

O Coiso

"Hoje não está a ser nada fácil"

Exasperado, ele senta-se à mesa, enquanto ela serve o jantar.

"Então, que se passa? Não sai nada de jeito?" - pergunta ela, meio preocupada, meio brincalhona, sabendo o quanto o seu amado era dado ao exagero.

"Não sei, parece que as ideias estão todas a fugir-me" - responde ele servindo-se de um copo de vinho tinto

Durante a refeição, falam de assuntos triviais, ela cuidadosamente evitando temas que o possam lembrar do bloqueio criativo que o assola, ele relaxando e aparentemente ultrapassando a situação. Como sempre demoram bastante e desfrutam da companhia um do outro. Casados há mais de 10 anos, não há nunca falta de tema. Nem que seja brincarem um com o outro por causa das suas vidas profissionais tão diferentes. Mas hoje não, ela tem o cuidado de afastar a conversa do trabalho, preferindo distraí-lo com as notícias desportivas que ele tanto gosta e falando-lhe de temas banais como as compras da semana e as tropelias do filho na escola. No final da refeição, já está com o homem alegre e risonho por quem se apaixonou. Já revê nele a confiança que o levou a arrancar-lhe um beijo duas horas depois de a conhecer numa festa com amigos comuns, beijo esse que a deixou tão furiosa pelo topete como surpreendida pela reacção do seu corpo. E foi assim que, nessa noite, soube o que era apaixonar-se.

Ao longo da adolescência, havia coleccionado namorados como quem colecciona cromos de futebol. Havia perdido a virgindade cedo, com o quinto ou sexto rapaz que beijara, pensando que ele seria o tal, ainda uma tola imberbe de quinze anos. Quando ele deixou de lhe falar no dia seguinte, ela percebeu que os homens apenas a queriam para uma coisa - o seu corpo sinuoso como uma estrada de montanha. Então, resolveu aproveitar e divertir-se o mais possível, retirando ao mesmo tempo o máximo proveito disso. Durante o restante tempo no liceu, recusou envolver-se com os outros miúdos da escola, preferindo rapazes mais velhos, que lhe pudessem proporcionar uma vida melhor. Era frequente vê-la com malas, ténis ou blusas de marca, oferecidas pelo mais recente namorado, que trocava rapidamente após se fartar dele. Na faculdade, que concluiu rapidamente, seduzia colegas pelos apontamentos. Após terminar o curso, apenas procurava homens abastados, até ao dia em que aquele escritor meio hippie lhe trocou as voltas do destino e a virou do avesso com um beijo roubado durante uma animada conversa acerca de música Indie.

Hoje, mulher mais madura, mãe de uma criança, gosta de relembrar esses momentos com o seu homem. E é isso que faz no final da refeição. Vai até ao quarto, veste o sarong que ele lhe ofereceu sem nada por baixo e assoma à porta do escritório onde ele se encontra, meio absorto a olhar para o computador. Quando ele levanta os olhos, ela sabe que ele a deseja tanto como no dia em que a beijou. Ela mete a mão ao pescoço, desata o nó do sarong, deixa-o cair no chão, observa a reacção do seu homem, sorri e vai para o quarto... Por hoje o trabalho está feito. A inspiração terá que vir amanhã...

 

19
Nov18

Voyeurismo

O Coiso

Como habitualmente, ele estava compenetrado no seu trabalho, afincadamente aguardando a hora de saída por forma a poder ir ter com os seus companheiros de fim de semana. A semana havia sido longa e já lhe fazia falta uma cerveja e duas gargalhadas. Pouco antes da hora normal, o seu telefone toca. Atende a chamada e a sua colega do andar de baixo pergunta-lhe se ele se importa de passar na secretária dela. Coisa rápida. 

Contrafeito, ele levanta-se e lá vai, deparando-se com um simples caso de erro de comunicação com um cliente que havia levado a um email menos cordial. No processo, ele repara que a colega, certamente por hábito, está a mexer no decote. Estando ele a olhar por cima do ombro, é-lhe complicado abstrair-se do movimento. No entanto, esforça-se por resolver o problema a contento, o que consegue. Com um sorriso e um agradecimento, a colega despede-se dele com um "até já" que, se não fossem quase seis da tarde, seria normalíssimo.

Chegado ao seu posto, recebe uma mensagem da colega no Whatsapp:

"Gostaste do que viste?"

Fazendo-se de desentendido, ele pergunta do que ela está a falar e recebe como resposta uma fotografia do decote. Ele olha em volta, percebe que está sozinho na sala e começa ali uma conversa animada com mais algumas fotografias, cada vez mais arrojadas, de um e do outro.

Completamente excitado, ele vai à casa de banho, despe-se e tira uma fotografia dentro da cabina. Em resposta, recebe uma chamada de imagem. Ela está sentada no lugar dela e pede-lhe para se masturbar. Ali e agora. Para ela. Entrando no jogo, ele pede para ela lhe dar um pouco de ânimo e ela, fingindo-se aflita, diz que ali não pode. Ele pede-lhe para ir para a casa de banho das senhoras e ela levanta-se para satisfazer-lhe o pedido. Nesse momento, ele começa a massajar-se devagar. Ela parece estar a gostar do que está a ver por isso ele confiantemente continua.

Já na casa de banho, a atenção dela desvia-se para uma pessoa que lá estava, pelo que ele pára e aguarda que ela retorne. Alguns segundos depois, a cara dela aparece no ecrã novamente e faz-lhe o sinal de "silêncio", com um dedo em frente à boca. Ele assente com a cabeça, apoia o telefone no suporte do papel higiénico e recomeça a masturbar-se. Ela gosta da ideia, faz o mesmo e começa a despir-se devagar, sorrindo maldosamente para o facto de ele estar cada vez mais excitado e com dificuldades em conter-se.

Quando ela baixa as costas e se vira de costas para ele revelando o seu magnífico rabo, ele tem que parar. Está quase a vir-se. Ela curva-se para a frente e baixa o fio dental devagarinho e ele suspira. Está a tornar-se cada vez mais difícil. Então ela vira-se de frente e começa ela também a masturbar-se. A sua cara cada vez mais aflita revela que também ela está a ter dificuldades em manter-se silenciosa com os seus dedos enfiados cada vez mais fundo na cona molhada.

Ele faz-lhe sinal de que não está a conseguir aguentar mais e ela faz que sim com a cabeça, num acordo tácito de que ele está autorizado a vir-se. Nesse momento ele senta-se na sanita e acelera a massagem, rapidamente atingindo o orgasmo e vindo-se furiosamente para o chão. Ela olha em silêncio, com a boca bem aberta, enquanto continua a enfiar rapidamente dois dedos cada vez mais molhados e, com a outra mão, torce ligeiramente o mamilo. É neste momento que também ela atinge o seu orgasmo e, estremecendo de prazer, se esforça por apenas suspirar.

Sorrindo um para o outro, desligam a chamada e voltam para os seus lugares. A relação profissional deles nunca mais vai ser a mesma...

 

16
Nov18

Stay with me...

O Coiso

Stay With Me - Shakespear Sisters

Domingo, seis da tarde. O fim de semana havia sido passado rápido demais. Conhecer-te na sexta-feira e levares-me para o que pensámos ser uma one night stand sem grandes consequências. Assim que entrámos na tua casa mostraste ao que vinhas e ainda antes de tirares o casaco que te protegia do frio cortante da rua, colaste os teus lábios nos meus e procuraste com a tua língua a minha.

Naquele frenesim de despir a muita roupa que trazíamos da rua, mirei-te com atenção. E compreendi as tuas reticências. Os verdes anos da juventude já haviam passado e o teu corpo já mostrava isso mesmo. O teu peito já não tinha a robustez e firmeza de outros tempos e a gravidade já tinha tomado rédeas sobre o que antes deveria ter sido um fabuloso e altivo par de mamas. Os mamilos massacrados por duas gravidezes e posteriores amamentações. As estrias dessas mesmas gravidezes. A idade que anunciaste quando nos conhecemos e me chamaste miúdo no alto dos meus quase quarenta anos, a mostrar-se gloriosa mas humilhada perante os meus olhos.

Na cama, mostraste que a fogosidade já não era a mesma do antigamente, mas com esforço, dedicação e muita mestria levaste-me facilmente a um orgasmo que até a ti te surpreendeu pela força e entrega. Porque eu sou assim, minha linda. Entrego tudo. E por causa desse mesmo orgasmo e dos três que te havia provocado, perguntaste-me à saída do duche se queria passar a noite contigo. Aceitei sem reservas. E fui ficando até domingo ao fim da tarde.

Agora, estamos sentados no sofá a beber um chá. Já estou vestido com uma roupa nova que fui comprar à superfície comercial perto de tua casa. As calças com a bainha por fazer e a camisa demasiado berrante dão-me um ligeiro ar de maluquinho da aldeia e tu sorris jocosamente: "pareces um tonto, mas gosto". E eu sorrio e dou-te uma cotovelada brincalhona. E olho para ti, olhos nos olhos.

A cumplicidade do nosso olhar, mais uma vez, leva-nos a dar um beijo. Como tantos que demos e que iniciaram coisas tão boas. Chegas-te para mais perto de mim e metes-me a mão no peito, enquanto as nossas línguas trocam carícias. A minha mão percorre o teu cabelo primeiro, depois a tua bochecha, depois dos ombros para as costas, depois para o cóccis. Puxo-te ligeiramente para mim e, desta vez, tomo a iniciativa e meto a minha língua na tua boca com alguma força, alguma urgência.

Rapidamente a tua mão sai do meu peito e vai para a minha perna. E depois sobe. E sentes o meu pau já duro com uma mão suave e conhecedora.

"Então miúdo, pensas que eu tenho 20 anos? Já não dá mais..."

"Não sejas cota, sabes tão bem como eu que estás aí cheia de vontade". E na sequência destas palavras, habilmente abro o teu soutien apenas com a mão direita.

"Deves ter a mania, deves. Daqui não levas nada!" E beijas-me dizendo com a tua boca e mão precisamente o contrário.

Eu deixei-me, mais uma vez, levar na loucura, no carrossel. Pela última vez, fizemos uma espécie de amor. Uma espécie de sexo. Demos uma foda que não foi uma foda. Foi antes o libertar de uma vontade animalesca de sentir prazer. Sabíamos que era a última e quisemos disfrutar condignamente dela. Não havia a possibilidade de estarmos juntos novamente. Não trocámos números de telefone. Apenas desfrutámos, num fim de semana chuvoso e frio, do corpo um do outro.

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